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Avenida Brasil faturou 2 bilhões em sete meses


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'Avenida Brasil': Quem matou o Max? Só depois de longos comerciais

Intervalos do último capítulo serão ocupados por mais de 500 anunciantes, que programaram campanhas com até 6 meses de antecedência para aproveitar a audiência recorde

19 de outubro de 2012 | 19h 43
Ligia Tuon e Mariana Congo, do Economia & Negócios
SÃO PAULO - Há dois meses não há mais espaço para se anunciar nos intervalos do último capítulo da novelaAvenida Brasil, que vai ao ar nesta sexta-feira, na TV Globo. Isso porque mais de 500 empresas - entre anunciantes nacionais, regionais e locais - correram para conseguir alguns segundos de destaque durante o programa mais aguardado da televisão brasileira neste ano. Segundo publicitários, cada inserção nacional de 30 segundos no folhetim custa em torno de R$ 530 mil.
De acordo com a revista norte-americana Forbes, a novela quebrou um recorde comercial na história brasileira, ao ter ganho cerca de R$ 1 bilhão com propagandas ao longo de sete meses. Considerando que muitos contratos são fechados com as afiliadas, esse número sobe para R$ 2 bilhões. Não há precedentes em toda a América Latina.
Só na semana passada, quando a personagem Carminha foi expulsa de casa, o folhetim bateu nos 49 pontos e conseguiu ultrapassar a audiência que teve o último jogo da Libertadores, quando o Corinthians, que tem uma das maiores torcidas do Brasil, foi campeão.
A expectativa para o capítulo desta sexta-feira é de que a audiência atinja 53 pontos. Afinal, todos querem saber que destino terá a Carminha e, sobretudo, quem matou o Max. "Imaginamos que 73% de todas as TV’s ligadas hoje no País estejam na novela", afirma Luiz Lara, publicitário fundador da agência brasileira Lew’Lara TBWA. "Na minha opinião, será a maior audiência do ano e tem tudo pra ser uma data histórica na TV brasileira, sem contar o faturamento publicitário recorde", aposta o empresário.
Histórica também será a campanha planejada pela empresa Procter & Gamble, que vai fazer dez inserções diferentes de suas marcas e está trabalhando há seis meses no planejamento para este dia. "É um número importante para nós. Normalmente, fazemos duas ou três inserções, no máximo, nos capítulos", afirma a diretora de comunicação da Procter & Gamble, Gabriela Onofre.
"Não me lembro de ter visto uma empresa dominar o último capítulo de uma novela desta forma", afirma Luiz Fernando Vieira, sócio e vice-presidente de mídia da agência África. O empresário espera que 100 milhões de pessoas assistam ao último capítulo da novela. Normalmente, a Avenida Brasil tem 46 milhões de espectadores por dia, segundo a Forbes.
A Skol também irá anunciar hoje no intervalo do último capítulo. Segundo a assessoria da F/Nazca Saatchi & Saatchi, agência que tem a conta da empresa de bebidas, o valor de tabela do intervalo de Avenida Brasil é R$ 535,5 mil por cada inserção nacional de 30 segundos.
No entanto, os números podem mudar de acordo com as negociações entre o anunciante e a TV Globo. Além disso, pela tabela, o intervalo do último capítulo não é mais caro que o de outros capítulos, mas as inserções foram fechadas com dois meses de antecedência, dada a procura.
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Capixaba fuma 50 R$ e leva fumo no trânsito


Extraído da Gazeta OnLine

Delegado vai autuar jovem que 'fumou nota de R$ 50' por três crimes

Nesta segunda-feira (20) as imagens dos transtornos provocados pela estudante de Direito na Terceira Ponte foram divulgadas pela Polícia Civil

20/08/2012 - 14h00 - Atualizado em 20/08/2012 - 14h00
gazeta online
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O delegado Fabiano Contarato, titular Delegacia de Delitos de Trânsito, afirmou que o incidente envolvendo a estudante de direito Luiza Gomes foi uma sucessão de erros absurdos. Na última sexta-feira (17), a universitária de 19 anos foi o assunto mais comentado entre os capixabas depois que dirigiu embriagada, fumou uma nota de R$ 50 reais, tentou ligar o carro com um canudinho plástico e ainda questionou a eficácia da Lei Seca.
foto: TV Gazeta
 ES - Vitória - Luiza Gomes, estudante de Direto que foi parada pela Polícia Militar na Enseada do Suá visivelmente bêbada - Editoria: Cidades - Foto: TV Gazeta
Luiza Gomes, estudante de Direto, pode ser punida por dirigir embriagada e sem carteira de habilitação, segundo o delegado Fabiano Contarato

Para Contarato, o primeiro erro foi do proprietário do veículo, que permitiu que uma pessoa desabilitada assumisse a direção. "O carro está registrado no nome da mãe e por isso, legalmente, ela pode ser indiciada no Artigo 310 do Código de Trânsito", afirmou o delegado.

Já a universitária pode ser punida por dirigir embriagada e sem habilitação, desacato a autoridade, dentre outras irregularidades. "O que ela fez é inacreditável. Estava visivelmente alterada, colocou em risco a vida de várias pessoas, e também a dela, e ainda humilhou às leis de trânsito vigente no Brasil, em especial a Lei Seca", comentou.

Nesta segunda-feira (20) as imagens dos transtornos provocados por Luiza, na Terceira Ponte, foram divulgadas pela polícia (veja o vídeo abaixo). Nas gravações, a jovem para o carro na pista, desce e entra no veículo várias vezes, fuma tranquilamente e ainda provoca outros motoristas. Destroços e até um dos pneus do carro, um Honda Fit, ficaram espalhados e quase causaram outros acidentes.



Medida cautelar
O Delegado Fabiano Contarato afirmou que pretende entrar com uma medida cautelar no Detran do Espírito Santo, para evitar que Luiza Gomes dê entrada no processo para tirar uma habilitação. "Apesar de tudo que fez ela tem direito de tirar a carteira. Essa jovem é um perigo eminente a quem trafega e por isso vou adotar essa medida para evitar que ela continue circulando.

Segundo o titular da Delegacia de Trânsito, os policiais que foram ao local onde ocorreu o incidente também serão questionados.

"Aqueles militares tinham respaldo para autuá-la, mesmo não existindo o flagrante. O fato dela não estar dirigindo no momento não é um argumento válido para não puni-la. O pneu e a lataria do carro danificados comprovam que ela já havia causado danos por onde trafegou".

A Corregedoria da Polícia Militar será acionada para analisar o trabalho dos policiais envolvidos, reforçou Contarato. 
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