RESULTADOS LOTERIAS CAIXA
LOTOFÁCIL MEGA SENA QUINA DUPLA SENA
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
jovex

Animação Tim Maia - Curta Metragem


Extraído do Catraca Livre

Tim Maia vira personagem de curta de animação; assista ao vídeo

Redação em 13/12/12




















A vida de Tim Maia foi resumida em uma simpática animação de pouco mais de 2 minutos.
Criado pelo estúdio SuperHeroes Amsterdam, “The existential adventures of Tim Maia” faz parte da divulgação da coletânea do soulman brasileiro fora do Brasil. A narração é do cantor norte-americano Devendra Banhart, fã de Tim.
Confira a tradução do texto de apresentação do vídeo:
“Esta é a história de Tim Maia, provavelmente o maior (e mais louco) cantor de soul do qual você jamais ouviu falar. Polêmico no Brasil, Tim foi uma ‘granada soul’ que explodiu nos ano 1970. Sozinho, ele revolucionou a música popular brasileira, e se divertiu horrores enquanto fazia isso. Sua história contém todo tipo de excesso cômico, com algo para toda a família: drogas, mulheres, dinheiro, armas e até um culto a discos voadores. Ele realmente viveu o sonho, sempre com um sorriso.”
Assista:
Leia Mais
jovex

Gangnam Style de Psy - Crítica social aos novos ricos

"Gangnam Style", de Psy, é uma crítica social aos novos ricos de Seul; entenda



  • Extraído do UOL

    Mike Coppola/Getty Images/AFP
    Artista coreano Psy entra para o Top 100 da Billboard com o hit "Gangnam Style"
    Artista coreano Psy entra para o Top 100 da Billboard com o hit "Gangnam Style"
O hit "Gangnam Style", do cantor sul-coreano Psy, ultrapassou a marca de 200 milhões de visualizações no YouTube e é fácil entender o porquê. Nenhum conhecimento da língua coreana é necessário para desfrutar a dança do artista, que consiste em uma divertida galopagem em cima do cavalo, um refrão viciante e acontecimentos esquisitos durante o vídeo.


Apesar da excentricidade e da superfície cômica, a canção que conquistou o mundo é uma forte crítica social sobre os novos ricos do país que vivem no distrito de Gangnam, que é apenas uma pequena parte de Seul, mas inspira uma complicada mistura de desejo, inveja e amargura.



O lugar



Gangnam é o endereço mais cobiçado da Coreia do Sul, mas, há duas gerações, era apenas um lugar abandonado, cercado por terra plana e valas de drenagem.



O distrito de Gangnam, que literalmente significa “sul do rio”, é metade do tamanho de Manhattan, em Nova York. Cerca de 1% da população de Seul mora lá, mas muitos dos habitantes são ricos. A média de preço de um apartamento em Gangnam é de US$ 716 mil, o que um sul-coreano da classe média demora 18 anos para ganhar.



O centro de negócios e do poder governamental de Seul sempre foi no norte do rio Han, nas vizinhanças em torno dos palácios reais, onde muitas famílias ricas tradicionais ainda moram. Gangnam, no entanto, é o lugar dos novos ricos, que ganharam dinheiro com o boom que começou nos anos 1970.

Como os preços dos apartamentos dispararam durante um frenesi de investimento imobiliário no início de 2000, os latifundiários e especuladores se tornaram ricos praticamente da noite para o dia. A nova riqueza atraiu as mais modernas lojas e clubes e houve uma proliferação de clínicas de cirurgia plástica, mas também forneceu acesso a algo considerado vital na Coreia do Sul: educação sob a forma de aulas particulares prestigiadas e escolas preparatórias. As famílias de Gangnam gastam quase quatro vezes mais em educação do que a média nacional.


A noção de que os moradores de Gangnam não subiram na vida seguindo as virtudes tradicionais sul-coreanas de trabalho duro e sacrifício, mas simplesmente por viverem em um pedaço cobiçado da geografia, irrita muitos. Habitantes do bairro são vistos por alguns como monopolizadores das melhores oportunidades do país para a educação, das melhores ofertas culturais e da melhor infraestrutura, enquanto gastam muito em bens luxuosos estrangeiros para destacarem sua riqueza.



“Gangnam inspira inveja e desgosto”, diz Kim Zakka, crítico de música pop. “Os moradores de Gangnam são sul-coreanos da classe alta, mas os sul-coreanos os consideram egoístas, com nenhum senso de obrigação social”. De certa forma, a canção do Psy pressiona esses botões culturais.

O cara
Muitos artistas do K-Pop, sigla para pop coreano, já famosos na Coreia do Sul e na Ásia, já tentaram e não conseguiram se infiltrar no mercado norte-americano. Então, como Psy, ou Park Jae-sang, de 34 anos, que foi multado em cerca de US$ 4,5 mil por fumar maconha depois de seu show de estreia em 2001, conseguiu aparecer ensinando Britney Spears a dançar a galopagem no cavalo na TV americana?


"Eu não sou tão bonito, não sou alto, não sou musculoso, não sou magro”, disse Psy no programa de TV “Today”. “Mas eu estou sentado aqui”. Ele atribui seu sucesso à “alma ou atitude”.



Psy, cujo nome artístico vem das três primeiras letras da palavra psicopata (psycho, em inglês), sempre se denominou como um estrangeiro peculiar. Mas ele é de uma família rica e foi criado e educado ao sul do rio Han, perto de Gangnam.

“Ele é um excelente dançarino, um rapper confiante e é engraçado, mas outra razão para sua descoberta pode ser a imagem menos do que polida”, disse Jae-Ha Kim, colunista de cultura pop do “Chicago Tribune”.


A música sul-coreana é conhecida na Ásia por bandas com integrantes masculinos bonitos, estilosos e maquiados, incluindo Super Junior e Boyfriend. Mas ver esses cantores “deixa alguns americanos nervosos”, afirma Kim. “Americanos estão confortáveis com garotos asiáticos que parecem com Jackie Chan e Jet Li, que são charmosos, mas eles não se comparam a Brad Pitt ou Keanu Reeves”. 



Parte do interesse inicial em "Gangnam Style”, Kim conta, foi tipo “uma mentalidade de freak-show, onde as pessoas são como, 'Esse cara é engraçado’. Mas então você olha para a coreografia e percebe que você realmente tem que saber dançar para fazer o que ele faz. Ele é muito bom”.

Psy, cantor do hit "Gangnam Style", se apresenta no programa "Today", da NBC



Foto 3 de 18 - O cantor sul-coreano Psy dança seu hit "Gangnam Style" no programa "Today". Seu vídeo ficou famoso pela coreografia engraçada e teve mais de 150 milhões de acessos no Youtube (14/9/12) Brendan McDermid/Reuters
A música
Psy, que às vezes veste camisas sem mangas com gravatas coloridas em seu vídeo, repetidamente satiriza as noções populares dos sul-coreanos sobre Gangnam.


Em vez de se divertir em boates, ele festeja com aposentados em um ônibus com iluminação de discoteca. Em vez de se exercitar em uma academia de alta qualidade, ele relaxa em uma sauna com dois gangstêres tatuados. Enquanto ele caminha ao lado de duas belas modelos, enormes quantidades de lixo são atiradas nos rostos deles pelo vento. O trono do qual ele exibe sua arrogância hip-hop é um vaso sanitário.



A canção explora a relação sul-coreana “de amor e ódio com Gangnam”, diz Baak Eun-seok, crítico de música pop. Os sul-coreanos enxergam os moradores de Gangnam como tudo o que Psy não vê: boa aparência por causa das cirurgias plásticas, estilosos porque eles podem exibir seus bens luxuosos, magros graças a yoga e aos personal trainers.



“Psy parece um caipira. Ele está muito longe do chamado ‘Gangnam Style’. Ele está parodiando ele mesmo”, afirma Baak.

O vídeo está repleto de ironia, não das imagens "de classe alta" que os sul-coreanos reconhecem, disse o blogueiro Park Byoung-soo. Homens velhos jogando em um tabuleiro e mulheres de meia-idade que usam chapéus de abas largas para manter o sol fora de seus rostos - uma maneira popular de se exercitar na Coreia do Sul.


O personagem de Psy no vídeo é modelado sobre os heróis sem noção de filmes como “Corra Que A Polícia Vem Aí!” e “Débi & Lóide”, disse o rapper à agência Yonhap. Ele também afirma que seu lance é “se vestir elegante, mas dançar brega”.
Alguns acham que Psy é mais do que um estrangeiro desengonçado. “Psy faz algo em seu vídeo que poucos artistas, na Coreia ou em qualquer lugar, já fizeram: ele parodia os mais ricos, do mais poderoso bairro da Coreia do Sul”, escreveu Sukjong Hong, da revista eletrônica “Open City”.
Leia Mais
jovex

Ximenes será Joelma Calypso no cinema

Mariana Ximenes pode ser Joelma, do Calypso no cinema

Mariana Ximenes pode ser Joelma, do Calypso no cinema O filme que conta a história da banda Calypso, que já está nos primeiros acertos, pode ter Mariana Ximenes fazendo o papel da cantora Joelma. É o que afirma o jornal Extra. A atriz já está acertando detalhes com a produção, que quer também Daniel de Oliveira para fazer o papel do guitarrista Chimbinha, mas o grande número de convites que o ator já teve para o cinema em 2012 está demorando a que sejam feitas as combinações.

O filme tem direção de Caco Souza (400 conta 1). Em comunicado lançado em novembro, Caco disse que o filme já estava atraindo a atenção de patrocinadores – pela história de perseverança da dupla e da dinâmica do grupo. A produção aposta até em sucesso internacional, uma vez que o Calypso tem feito shows lá fora e foi recentemente para Angola. Chimbinha aposta até numa linha ligada à sustentabilidade para o longa – especialmente no que diz respeito a mostrar a Floresta Amazônica e sua biodiversidade. "Eu sou da ilha do Marajó e Joelma, do baixo Amazonas. São diferentes regiões do estado do Pará, mas que estão integradas num contexto amazônico. Um bioma que abriga terra, água, bichos, plantas e gente, no qual todos deveriam conviver em paz e perfeita harmonia – o que não vem acontecendo por conta de intervenções humanas equivocadas", apontou Chimbinha.

Caco afirmou também que as filmagens começam no segundo semestre do ano e o filme deve estar nas salas de exibição até meados de 2013.

R7
Leia Mais

Veja Mais




DONATION BITCOINS. THANKS
1M3yWP5jGxD25aNV5fH1pDSd3TH4Y7WPoU