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Ayrton Senna: logradouros, praças, monumentos, avenidas e estradas





 
Conheça aqui os logradouros que levam o nome de Ayrton Senna, criados para homenageá-lo, que foram oficialmente informados ao Instituto Ayrton Senna.


AVENIDAS
 
Avenida Ayrton Senna - Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Brasil.
Principal via de acesso ao centro da cidade. Na avenida há um monumento em homenagem ao maior de todos os pilotos da história. O monumento no formato de um carro de F1, com o capacete do piloto, é em metal e foi encomendado pela Prefeitura local.
Avenida Ayrton Senna - Aracaju, Sergipe, Brasil.
Localizada no bairro Santos Dumont.

Avenida Ayrton Senna - Areal, Rio de Janeiro, Brasil.
Antiga estrada Rio/Petrópolis.

Avenida Ayrton Senna - Barra do Garças, Mato Grosso, Brasil.
Rodovia MT-100

Avenida Ayrton Senna - Coroatá, Maranhão, Brasil.

Avenida Ayrton Senna - Jeremoabo, Bahia, Brasil.

Avenida Ayrton Senna - Juara,  Mato Grosso,  Brasil.
Localizada no bairro Novo Mundo.

Avenida Ayrton Senna - Macaé, Rio de Janeiro, Brasil.
Avenida Ayrton Senna - Natal, Rio Grande do Norte, Brasil.
Importante avenida que liga os bairros de Cidade Jardim, Neópolis, Conjuntos Serrambi, terminando em Nova Parnamirim na cidade de Parnamirim no Rio Grande do Norte.

Avenida Ayrton Senna - Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, Brasil.
Maior avenida do município.

Avenida Ayrton Senna
 - Pouso Alegre, Minas Gerais, Brasil.
Importante avenida construída para conter o avanço da águas em épocas chuvosas.

Avenida Ayrton Senna - Resende, Rio de Janeiro, Brasil.
Interliga os bairros Lavapés e Surubi-Velho.

Avenida Ayrton Senna - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.
Uma das principais vias da cidade, permite acesso ao Rio Centro, a Barra da Tijuca, ao Autódromo Nelson Piquet e outros.

Avenida Ayrton Senna da Silva - Alagoinhas, Bahia, Brasil.
Bairro de Alagoinhas Vellhas.

Avenida Ayrton Senna da Silva - Campinas, São Paulo, Brasil.
Liga os estádios Guarani e Ponte Preta, no Jardim Proença.

Avenida Ayrton Senna da Silva - Campo Largo, Paraná, Brasil.
Uma das principais avenidas da cidade.

Avenida Ayrton Senna da Silva - Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, Brasil.
Antiga Av. Copacabana, localizada na região metropolitana de Recife, é a principal
avenida que dá acesso as praias de Piedade, Candeias e Barra de Jangada.

Avenida Ayrton Senna da Silva - Laranjal Paulista, São Paulo, Brasil.
Liga a cidade à Rodovia Marechal Rondon.

Avenida Ayrton Senna da Silva - Mauá, São Paulo, Brasil.
Importante avenida localizada no bairro de Vila Santa Cecília.

Avenida Ayrton Senna da Silva - Pinhais, Paraná, Brasil.
Grande avenida que atravessa os bairros Jardim dos Pinhais, Vila Dona Guiomar e Vila Maria Antonieta.

Avenida Ayrton Senna da Silva - Quinta do Lago, Algarve, Portugal.
Uma das principais avenidas da cidade.

Avenida Ayrton Senna da Silva - São José dos Pinhais, Paraná, Brasil.
Uma das mais importantes da região metropolitana de Curitiba, liga o sul do país com as demais regiões do Brasil.

Avenida Ayrton Senna da Silva - São Vicente, São Paulo, Brasil.
Beira a Praia de Itararé e liga as cidades de São Vicente e Santos.

Avenida Ayrton Senna da Silva - Varginha, Minas Gerais, Brasil.
Liga os bairros Resende e Parque Residencial Rio Verde.


CALÇADÃO E CICLOVIAS
 
Calçadão Ayrton Senna - Mongaguá, São Paulo, Brasil.
Calçadão junto a Avenida do Mar.

Ciclovia Ayrton Senna - Lajeado, Porto Alegre, Brasil.
Abrange diversos bairros centrais da cidade.

Ciclovia Ayrton Senna - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.
Maior rede de ciclovias da América Latina.


DIVERSOS
 
Anel Viário Ayrton Senna - Uberlândia, Minas Gerais, Brasil.

Bairro Ayrton Senna - Colatina, Espírito Santo, Brasil.

Complexo Viário Ayrton Senna - São Paulo, São Paulo, Brasil.
Alça de acesso a Av. Pedro Álvares Cabral.

Parque Ayrton Senna - Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil.
Localizado em um grande bairro do subúrbio da Capital de Mato Grosso do Sul, bairro Aero Rancho, com o intuito de levar esporte, cultura e lazer para as famílias da região.

Sistema Viário Ayrton Senna da Silva
 - Praia Grande, São Paulo, Brasil.
Portal de entrada da cidade.

Túnel Ayrton Senna - São Paulo, São Paulo, Brasil.
Maior túnel da cidade, liga o Centro à Zona Sul sob o Parque do Ibirapuera, tem 1.699m de extensão.

Via Expressa Ayrton Senna - João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Artéria de grande tráfego, recebeu o nome oficial de Via Expressa Ayrton Senna.

Vicinal Ayrton Senna - ligação entre as cidade Jaguariúna e Santo Antônio de Posse no interior do Estado de São Paulo.


ESTRADAS
 
Estrada Ayrton Senna - Alumínio, São Paulo, Brasil.
Estrada municipal no bairro Sinindú.

Estrada Ayrton Senna - Itirapina, São Paulo, Brasil.
Estrada vicinal alternativa.

Estrada Ayrton Senna - Jaguariúna, São Paulo, Brasil.
Estrada vicinal que liga Jaguariúna a Santo Antonio de Posse.

Estrada Ayrton Senna - Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil.
Estrada localizada no bairro Quitandinha.

Estrada Municipal Ayrton Senna - Batatais, São Paulo, Brasil.
Antiga estrada municipal BTT-180.

Rodovia Ayrton Senna - Aracaju, Sergipe, Brasil.
Localizado no bairro Santos Dumont, liga as praias do litoral Sul de Sergipe.

Rodovia Ayrton Senna da Silva SP70 - São Paulo, São Paulo, Brasil.
Uma concepção de construção mais moderna que as rodovias Bandeirantes e Imigrantes. Foram necessárias obras especiais para que a rodovia não causasse danos ao meio ambiente e que pudesse transpor o mangue natural criado por uma série de canais do rio Tietê.


MONUMENTOS
 
Monumento Ayrton Senna - Campinas, São Paulo, Brasil.
Monumento com a face do piloto Ayrton Senna em uma placa de bronze, medindo 1,80m de altura e base de concreto. Exibe a frase: A vitória vem de uma vontade de fazer tudo certo, do início ao fim, e de não se permitir errar, mas de dar de si o máximo absoluto.

Monumento Ayrton Senna - Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, Brasil.
Região central do município.

Monumento em Homenagem a Ayrton Senna - São Paulo, São Paulo, Brasil.
Escultura de Melinda Garcia. Frase de Ayrton Senna no monumento: "Eu não tenho ídolos. Tenho admiração por trabalho, dedicação e competência".

Passagem de Nível Ayrton Senna - Embú-Guaçu, São Paulo, Brasil.
Percurso em forma de S, construído um capacete de concreto nas cores do pavilhão nacional. O monumento é iluminado e cercado por um jardim.


PONTES
 
Ponte Ayrton Senna da Silva - Guaíra, Paraná, Brasil.
Interliga Guaíra a Mato Grosso do Sul.

Ponte Ayrton Senna da Silva - Vitória, Espírito Santo, Brasil.
Liga a Avenida Rio Branco na Praia do Canto ao bairro Jardim da Penha.


PRAÇAS
 
Praça Ayrton Senna - Boa Vista, Roraima, Brasil.
Localizada na avenida Ene Garcez.

Praça Ayrton Senna - Coroatá, Maranhão, Brasil.

Praça Ayrton Senna - Diadema, São Paulo, Brasil.
Localizada entre as ruas Paul Harris e D. Pedro Ina.

Praça Ayrton Senna - Ilha do Governador, Rio de Janeiro, Brasil.
Praça de grande movimento na região.

Praça Ayrton Senna - Jundiaí, São Paulo, Brasil.
Agradável praça com parque para as crianças se divertirem.
Localizada na Vila Guarani.

Praça Ayrton Senna – João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Localizada no bairro dos Ipês.

Praça Ayrton Senna do Brasil - Farol, Paraná, Brasil.


RUAS
 
Rua Ayrton Senna - Fortaleza - Ceará - Brasil.
Bairro Jangurussu.

Rua Ayrton Senna - Fortaleza - Ceará - Brasil.
Bairro Lagoa Redonda. 

Rua Ayrton Senna
 - Imbituba, Santa Catarina, Brasil.
Localizada em Schroeder I.

Rua Ayrton Senna - Natal, Rio Grande do Norte, Brasil.
Travessa da Av. Mar Mediterrâneo, no bairro de Neópolis.

Rua Ayrton Senna - Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Brasil.
Localizada no centro do Rio das Ostras, uma das principais vias públicas.

Rua Ayrton Senna - São Paulo, Jaboticabal, Brasil.
Liga os bairros Santa Tereza à Esplanada do Lago.

Rua Ayrton Senna da Silva - Londrina, Paraná, Brasil.
Localizada no bairro Gleba Fazenda Palhano.

Rua Ayrton Senna da Silva - Piracicaba, São Paulo, Brasil.
Bairro Glebas Natalinas.

Rua Ayrton Senna da Silva
 - Suzano, São Paulo, Brasil.


TRAVESSAS
 
Primeira Travessa Ayrton Senna da Silva - Alagoinhas, Bahia, Brasil.
1ª travessa à esquerda da Av. Ayrton Senna da Silva, no bairro de Algoinhas Velhas.

Travessa Ayrton Senna - Natal, Rio Grande do Norte, Brasil
Bairro de Neópolis, próximo a Rua Lucarino.


VIADUTOS
 
Viaduto Ayrton Senna - Brasília, Distrito Federal, Brasil.
Interliga as Estradas Parque Ceilândia-EPCL (DF095) e Parque Indústria de Abastecimento-EPIA (DF003) e permite acesso a BR020 que leva a Fortaleza e a BR040 que leva ao Rio de Janeiro. Liga uma das vias mais bonitas de Brasília, a Via Estrutural ao Eixo Monumental.

Viaduto Ayrton Senna – Ferraz de Vasconcelos, São Paulo, Brasil.
Liga os dois lados da cidade e cruza a Av. Brasil.

Viaduto Ayrton Senna da Silva - Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, Brasil.
Permite acesso à Hamburgo Velho.

Viaduto Ayrton Senna da Silva – Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.
Viaduto sobre o córrego Retiro, no prolongamento da Avenida Fransisco Junqueira, ligando a Avenida 9 de Julho a Avenida Costábile Romano.


 
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F1 acidentes incríveis

Extraído do site Jalopnik

Largada é um momento tenso. Pode-se ganhar posições ou abandonar a prova em de frações de segundo. E o ditado automobilístico é completamente válido para este texto: dá para perder uma corrida inteira em um acidente. Confira os dez inícios mais espetaculares, plásticos e catastróficos da história da Fórmula 1.

GP da França de 1989

Nenhuma eliminação; corrida interrompida
Creio que no alto dos meus quatro anos, este foi o primeiro momento da Fórmula 1 que me recordo. Acidente marca realmente uma criança. Lembro alguns detalhes deste dia. Estava eu jogando meu Intelevision quando meu irmão mais velho me chamou para ver um acidente na TV. Puxo pela memória que havia sido um estrago com vários pilotos e que o cenário era muito parecido com o de Paul Ricard: plano e sem grama nas laterais. Tem que ser esse.
A lambança ficou por conta do brasileiro Maurício Gugelmin, que, pelo que consta, teve problemas com seu freio no final da reta de largada. E para complicar a vida de quem ia à frente, Maurício se encontrava no centro do pelotão e a primeira curva da pista era um grampo acentuado à direita. Receita perfeita para um strike. E assim aconteceu.
Largando de décimo, Gugelmin quase perdeu algumas posições na longa reta de Le Castellet, mas é na freada dela que o desastre aconteceu. Ele dá uma travadinha básica nos freios e, sem ação, vai de encontro aos carros à sua frente. Pior para Thierry Boutsen da Williams e as Ferrari de Nigel Mansell e Gerhard Berger, que foram diretamente afetados pelo pombo sem asa da March.

Outros carros também foram envolvidos em toques posteriores, mas como a largada foi cancelada, todos conseguiram pegar seus carros reservas – ou consertaram os que tinham – e largaram novamente.

GP do Canadá de 1998

Nenhuma eliminação; corrida interrompida
O apertado e veloz circuito de Montreal, no Canadá, sempre foi propício a acidentes, e o da edição de 1998 não foi exceção. Um capote sensacional de Alexander Wurz marcou a largada desta corrida.
Wurz, que corria pela Benetton, tentou achar um espaço onde literalmente não havia, o que resultou em mais três carros atingidos (Jean Alesi, Johnny Herbert e Jarno Trulli). Menos mal que puderam pegar seus carros reservas e continuar a prova.
Na segunda largada, outra confusão. Mika Hakkinen ficou muito lento após a largada, o que ferrou com a primeira chicane da pista. Ralf Schumacher rodou e novamente Jarno Trulli e Jean Alesi foram os maiores afetados, pois ficaram enganchados um ao outro, dando adeus a prova. Este não eram o dia de vocês, pessoal.

GP da Áustria de 1987

Duas eliminações; corrida interrompida duas vezes

Na primeira largada da corrida, tudo se encaminhava normalmente até a Zakspeed de Brundle bater numa barreira de pneus e voltar para o meio da pista. Rene Arnoux (Ligier), Adrian Campos (Minardi), Philippe Streiff (Tyrrell), Jonathan Palmer (Tyrrell) e Piercarlo Ghinzani (Ligier) também se envolveram no acidente. Bandeira vermelha e uma nova relargada.
Na segunda, Nigel Mansell (Williams) e Gerhard Berger (Ferrari), com problemas na embreagem, largam muito lentamente, e criam uma espécie de barreira na estreita reta do circuito. Os carros que vinham de trás, já embalados, tentavam desviar, mas não conseguiram.
Ricardo Patrese (Brabham), ao tentar desviar de Mansell, espreme Eddie Cheever (Arrows) contra o muro. Pronto, o cenário estava armado. Stefan Johansson (McLaren) acerta a traseira de Cheever, que por sua vez é acertado por Martin Brundle. Com o acidente, Ghinzani reduziu, e foi atingido por Alex Caffi (Osella) e Ivan Capelli (March).
Quem estava no meio do grid não pode fazer nada, a não ser esperar a batida. Philippe Alliot (Larrousse), Christian Danner (Zakspeed) e Philippe Streiff (Tyrrell) também se envolveram. Para colocar a “cereja no bolo”, Pascal Fabre (AGS) vem com tudo depois de bater em Palmer e voa para cima de Ghinzani e Capelli. Confusão armada, pista interditada e pedaços de carro para todos os lados.

GP de Mônaco de 1980

Quatro eliminações; corrida sem interrupção



Derek Daly ficaria conhecido posteriormente aos seus acidentes de 1980 com sendo piloto da Daly Air, tamanho seus voos durante a temporada. E um deles foi na largada do GP de Mônaco de 1980.
O jovem irlandês que já havia feito grandes corridas na temporada, como na Argentina, largava de 12º com sua Tyrrell. E na curta “reta” de Mônaco, já ocupava a sexta colocação antes da Saint Devote. Mas um pequeno detalhe estragaria toda essa largada fenomenal de Daly: ele ultrapassou todos esses carros no alto, batendo e rodando em cima dos os concorrentes.

O resultado foi um grande strike nas ruas monegascas. Ken Tyrrell deve ter ficado possesso, pois além de lhe retirar da prova, levou junto Bruno Giacomelli (sua rampa de lançamento), o francês Alain Prost e seu companheiro de equipe, Jean-Pierre Jarier. Que lenha, em Sr. Daly?

GP da Bélgica de 1998

Quatro eliminações; corrida interrompida
Essa talvez seja a mais conhecida lambança da história das largadas na Fórmula 1. Quando na rodinha entre amigos o assunto puxa para assuntos relacionados a acidentes na categoria, logo este vem à tona. Como se esquecer de 13 carros batendo desvairadamente logo após a largada, em meio à chuva?
Em 1998 os pilotos passaram limpo pela La Source, mas com a água que caia em Spa-Francorchamps e os pilotos de pé embaixo rumo à Eau Rouge, o acidente que aconteceu no primeiro pelotão era indesviável para quem vinha atrás.
David Coulthard foi o primeiro a ir de encontro ao muro. Atrás dele vieram Eddie Irvine, Rubens Barrichello, Alexander Wurz, Olivier Panis, Jos Verstappen, Johnny Herbert, Jarno Trulli, Shinji Nakano, Tora Takagi, Pedro Diniz, Mika Salo e Ricardo Rosset para juntar todo mundo em um mega acidente. Sorte deles que ninguém ficou ferido – e a maioria pode realinhar para a relargada.

GP dos Estados Unidos em 2006

Sete abandonos; corrida sem interrupção

Assim que o Grande Prêmio dos Estados Unidos estreou no calendário com um circuito misto, analisei aquele traçado e ficava a pensar o quão perigoso poderia ser um acidente após os carros percorrerem aquela metade da pista oval a toda velocidade. E no GP de 2006 aconteceu algo que já esperava que pudesse acontecer. Um choque múltiplo.
Após o fiasco da corrida de 2005, onde apenas seis carros disputaram a prova, um cenário onde 1/3 do grid era eliminado na primeira volta estava longe de ser o ideal.
Com todos muito espremidos na largada, dois massivos acidentes aconteceram: Mark Webber, Franck Montagny e Christian Klien se engalfinharam no final do grid na curva 1 e Juan Pablo Montoya montou na traseira de seu companheiro de McLaren Kimi Räikkönen na curva 2. O encontro McLariano fez com que coletassem Jenson Button e Nick Heidfeld, que deu diversas piruetas antes de parar com o que sobrou de sua BMW carro na posição normal.

GP da Austrália de 2002

Oito eliminações; corrida sem interrupção
O Grande Prêmio da Austrália marcou um dos encontros pouco amistosos de Ralf Schumacher, Williams, e Rubens Barrichello, Ferrari. O brasileiro, que saiu na pole position, largou mal, ao contrário do alemão, que o pressionou com tudo logo na saída.
Tentando dar uma enganada no Schummy mais novo, Rubens retardou a freada, fazendo com que Ralf voasse por cima de seu carro em uma cena espetacular. No resto do pelotão, Nick Heidfeld, Olivier Panis, Giancarlo Fisichella, Jenson Button, e os estreantes na Fórmula 1 Felipe Massa e Allan McNish também ficaram pelo caminho.
Quem agradeceu muito esse strike logo na largada foi Mark Webber, que logo na sua estreia na categoria pela fraca Minardi conquistou um honroso quinto lugar. Feito digno de subir ao pódio diante de sua torcida local após a prova.

GP da Inglaterra de 1973

Nove eliminações; corrida interrompida
Diferentemente das anteriores, este acidente não foi na largada, ou logo na sequencia. Ao fim da primeira volta do GP da Inglaterra na velocíssima Silverstone, o sul-africano Jody Scheckter colocou sua roda na grama ao final da Woodcote, rodopiou e ficou parado no meio da pista.
Quem vinha atrás nessa zona de velocidade tão grande não pôde evitar o pior. Mike Hailwood, Jochen Mass, José Carlos Pace, Jean-Pierre Beltoise, Roger Williamson, George Follmer e Jackie Oliver foram os acidentados, mas quem levou a pior mesmo foi Andrea de Adamich, que quebrou o tornozelo na batida. Scheckter por sua vez, mesmo tendo provocado tudo, saiu ileso do acidente, mesmo sendo coletado por vários carros depois.

GP de Mônaco de 1950

Dez eliminações, corrida sem interrupção
Desde os primórdios a Fórmula 1 já convivia com este problema de espaço nas largadas. E principalmente na apertada Mônaco, o fato de largar e não tocar em ninguém era coisa rara.
Na segunda corrida da história da F-1, um bizarro acidente atormentou a vida dos pilotos e retirou da prova nada mais nada menos do que dez dos 19 pilotos que largaram.

José Froilan González, Nino Farina, Luigi Fagioli, Louis Rosier, Robert Manzon, Emmanuel de Graffenried, Maurice Trintignant, Cuth Harrison, Franco Rol e Harry Schell deixaram o caminho livre um tal de Juan Manuel Fangio vencer com uma volta na frente do segundo colocado.

GP da Alemanha de 1994

Dez abandonos; corrida sem interrupção
Se podemos denominar uma largada de caótica, essa em Hockenheim poderia, sem sombra de dúvidas, ser chamada assim. Pois ter dez carros sendo sumariamente eliminados em uma corrida não é para “qualquer corrida”. Em poucos segundos de prova os 26 carros se tornavam apenas 16.
Andrea de Cesaris – fazendo jus ao seu apelido ‘Crasheris ‘ – se embaralhou com Alex Zanardi, causando o caos na parte de trás do grid. Na frente, David Coulthard e Mika Hakkinen fizeram contato e bateram forte na proteção de pneus. Vários pilotos colidiram mais tarde quando tentavam se desviar dos doi sacidentes.
As eliminações sem a chance de relargada dos envolvidos criou um dos top 10 ao final da prova mais bizarros da história. Vejam por vocês mesmo e tirem suas conclusões.
1º) 28 – Gerhard Berger, Ferrari

2º) 26 – Olivier Panis, Ligier


3º) 25 – Éric Bernard, Ligier

4º) 9 – Christian Fittipaldi, Footwork

5º) 10 – Gianni Morbidelli, Footwork

6º) 20 – Érik Comas, Larrousse

7º) 19 – Olivier Beretta, Larrousse

8º) 0 – Damon Hill, Williams

ret 32 – Jean-Marc Gounon, Simtek

ret 31 – David Brabham, Simtek
Ps. Infelizmente ficarei devendo o vídeo deste acidente. Vasculhei a internet, mas não consegui nada… se alguém achar, por favor, compartilhe.

E vocês, lembram de mais alguns acidentes bizarros e devastadores nas largadas da Fórmula 1? Que tal a do GP Brasil de 1993 e/ou do GP da Alemanha de 2001? Bradem!
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