RESULTADOS LOTERIAS CAIXA
LOTOFÁCIL MEGA SENA QUINA DUPLA SENA
jovex

Medida ideal de capacete

QUE TAMANHO DE CAPACETE ESCOLHER?

Para definir o tamanho do seu novo capacete deve medir, com uma fita métrica o perimetro da sua cabeça. É um processo simples mas que deverá operar com atenção uma vez que usar um capacete de um tamanho desadequado poderá ser origem de grande desconforto.
Tal como mostra a figura seguinte, deverá fazer a medição, na horizontal e sobre as sobrancelhas e orelhas.



Procure o resultado mais aproximado à sua medida na tabela abaixo de acordo com o fabricante/marca.

Capacetes: saiba qual é o ideal

Dicas para escolher o tamanho ideal do capacete para moto e ficar bem protegido
Os capacetes são essenciais para motoqueiros e ciclistas, além de outros esportes e até ocupações profissionais, certo?
Mas eu garanto que muita gente não sabe como escolher o capacete mais indicado.
Calma. Vem com a Lu que eu ensino você a acertar na compra do seu próximo capacete!
Cada cabeça, um tipo
Não existem muitos tamanhos de capacetes, e saber qual é o seu nem dá tanto trabalho assim. Mas é melhor você ter a certeza de que está usando o tamanho certo, ou ficará com a visão comprometida e terá até mesmo dores de cabeça.
Olha só como é fácil tirar a medida da circunferência da sua cabeça: pegue uma fita métrica e circule seu crânio na altura da testa. Anote o resultado. Agora, é só escolher o tamanho que mais se aproxima dessa medida.
Dependendo da marca, existem os tamanhos:
56 ? S (ou Pequeno)
58 ? M (Médio)
60 ? L (Grande)
62 ? XL (Extra Grande)
Dica de ouro da LU: É importante escolher um capacete bem justo, pois a tendência é que ele se alargue com o uso. Portanto, se a sua medida é 55 ou 56 cm, escolha um 56 sem medo. Se você ganhou um capacete mais largo, pode tentar improvisar, usando um boné ou lenço por baixo, mas isso não é o mais indicado.
Dicas para usar corretamente este item de segurança
Fique de olho nas correias. Elas devem estar firmes e bem ajustadas antes de sair. E não se esqueça de limpar, viu? Ou então, ficará com mau cheiro após um breve tempo de uso! A maioria dos modelos vem com forros removíveis que podem ser lavados. Faça a limpeza periódica e evite o mofo e as bactérias.
 
Agora que você tem o capacete, vamos fazer uma rápida verificação no visual?
O capacete deve estar diretamente sobre a sua cabeça, sem inclinar para frente e nem para trás. Os olhos devem estar centrados na abertura com o preenchimento do encaixe, e é importante verificar se há lacunas entre o preenchimento e sua cabeça. Todo cuidado é pouco, viu?
Perceba se há qualquer ponto de pressão. Se o capacete se encaixar corretamente, a pressão deve ser distribuída uniformemente ao redor de sua cabeça.
Lembre-se: a pressão pode ser apenas ligeiramente irritante no início, mas ela pode causar uma dor de cabeça terrível depois de uma hora. Por isso é importante testá-lo na sua cabeça pelo menos uns 15 minutos antes de comprá-lo para não errar.
Fique de olho também se o modelo escolhido tem todos os selos de garantia e segurança adequados! Procure referências para conhecer melhor sobre as marcas que lhe interessam, e escolha sempre o mais seguro e que oferecer mais garantias, afinal não é possível botar um preço na sua vida.
Modelos e tipos de capacete
O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) fiscaliza a conformidade de capacetes vendidos em território nacional de acordo com a norma brasileira NBR 7471.
Você sabia que são quatro os modelos que podem ser utilizados no trânsito sem risco de multas? Estes modelos são os únicos que atendem os critérios de segurança determinados por lei. São eles:
Integral (fechado); Misto (queixeira removível); Modular (frente móvel) e Aberto, sem a queixeira (proteção para o queixo).
Todos devem vir com a parte interna forrada com uma camada espessa de isopor, espuma e tecido antialérgico.
Ainda segundo o Inmetro, o capacete estilo ?coquinho? não atende a legislação, pois não oferece segurança para o usuário. Ou seja: é multa na certa
Agora acompanha os tipos e os modelos de capacetes:
Integral
É o mais comum e fácil de identificar, já que é uma peça inteiriça com visor. Podem esquentar um pouco, mas deixam a cabeça totalmente protegida. Uma ótima opção para os centros urbanos.
O Capacete com Viseira da Mixs Mx5 vem na cor preta e possui entrada de ar frontal, dando um refresco nos dias mais quentes.
Misto
Possui características do Integral, mas seu design (sem visor fixo) permite o uso de óculos de proteção específicos para motociclistas e protege de lama e chuva. Bom para a cidade ou para trilhas.
Este modelo da Mixs Mx Cross vem com forro antialérgico e casco de alto impacto - mais seguro e resistente. Possui queixeira com proteção de alumínio e pintura com verniz.
Modular
Possui visor com queixeira que pode ser deslocado, transformando-se em um capacete aberto. É uma ótima opção para viagens, já que permite um refresco em uma parada ou sinal fechado.
O Capacete com Viseira da Mixs Ms Style tem viseira em policarbonato, forro antialérgico e casco em ABS de alto impacto, oferecendo máxima proteção. Possui ainda pintura em poliuretano e grafismo em adesivos.
Aberto
Por protegerem somente as orelhas e as partes laterais do rosto, são mais recomendados para trajetos curtos, como a ida ao trabalho. São escolhidos geralmente pelo design e por serem mais arejados que os outros modelos.
Ufa! Cabeça protegida, viagem garantida!
Leia Mais
jovex

Essa Paulista com as caras do Brasil

Essa Paulista com as caras do Brasil

01-inauguracao
Inauguração da Avenida Paulista, em 8 de dezembro de 1891
BRANCA NUNES
“O sol há de brilhar mais uma vez. A luz há de chegar aos corações…”
A música de Nelson Cavaquinho, cantarolada na voz do pedestre anônimo, embalava quem passasse, quase sempre caminhando apressadamente naquela tarde cinzenta de quinta-feira, pela Avenida Paulista. Ninguém parecia prestar muita atenção. Acostumados a cenas surpreendentes, limitavam-se a olhar com o canto dos olhos e seguir em direção a compromissos mais urgentes. Dos poucos que observavam o céu, alguns resmungavam frases incompreensíveis, outros sorriam resignados: outra tempestade se desenhava no horizonte.
Em São Paulo, quando chove, não importa a hora, o dia da semana ou o lugar em que se esteja: o trânsito fica insuportável. E sempre um pouco pior na Avenida Paulista: os carros não andam. Mas existem paulistanos que rezam para que isso aconteça: os vendedores de guarda-chuvas. Com as primeiras gotas, parecem brotar do solo e multiplicar-se, como os Greemlins do filme de Steven Spielberg, pelos 2,8 quilômetros da avenida. Cada um chega a juntar 200 reais.
Eles compõem o multifacetado universo formado por quase 1,5 milhão de personagens que trafegam diariamente pelas calçadas da avenida. A Paulista é um fascinante mosaico do Brasil. E um variadíssimo microcosmo, capaz de retratar os encantos e os infortúnios de sobreviver em São Paulo.
Inaugurada em 8 de dezembro de 1891, foi projetada pelo engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Lima, já com o objetivo de tornar-se a principal artéria da capital que logo começaria a ganhar feições de metrópole. O primeiro casarão foi construído em 1895. A partir daí, a Paulista seria o endereço dos maiores barões do café do começo do século XX.
Das antigas mansões, só duas permanecem quase intocadas: a Casa das Rosas, construção de 1935 localizada no número 37, e o chamado Casarão da Paulista, de 1905, que fica no número 1919. A primeira virou centro cultural. A segunda passou alguns anos sendo alugada para bazares e feiras. Hoje está fechada, esperando pacientemente uma restauração que nunca chega.
19casa-das-rodas
Também projetada por Ramos de Azevedo, em 1930, a Casa das Rosas pertencia a Ernesto Dias de Castro
Nas décadas de 20 e 30, a avenida era palco de corsos carnavalescos e corridas de carro. Hoje, ali acontecem as grandes manifestações populares. Trata-se de virtualmente tudo, todos os dias. Celebra-se a paz ou defende-se a instituição da pena de morte. Atos de protesto e passeatas abrangem problemas que vão do direito dos animais à reinvindicações salariais de bancários, do fim da corrupção à liberação da maconha, das carências da educação às aflições da saúde.
A Paulista é agitada tanto pela passeata do Orgulho Gay, que mobiliza mais de 1 milhão de manifestantes, ou pelas multidões envolvidas na tradicionalíssima corrida de São Silvestre, disputada pela primeira vez em 1924.
Só em 1950 foram permitidas construções verticais na Avenida. Hoje, são raros os prédios com menos de 15 andares. É nesses arranha-céus que se abriga o maior centro empresarial financeiro da América Latina, responsável por 30% do mercado financeiro da cidade.
Na Paulista existem mais de 46 agências bancárias, 31 bancas de jornal, 29 estacionamentos, 20 sedes de consulados e nove farmácias. Há dezenas de bares e restaurantes, livrarias e lojas diversas, principalmente de calçados. Existem dois parques, Prefeito Mário Covas, inaugurado em 2010, e o Tenente Siqueira Campos, ou Trianon-Masp. Dentro deste parque, última amostra da mata que cobria São Paulo quando os jesuítas chegaram, há bancos e sombra. Do lado de fora, nada.
Das 280 salas de cinema da cidade, quase 240 se localizam em shoppings centers. A Paulista se orgulha de concentrar nas calçadas e imediações a maioria das 40 restantes. Existem na avenida espaços culturais notáveis: o Conjunto Nacional, a Fiesp, o Itaú Cultural, a Casa das Rosas ou o Masp, museu mais importante da América Latina, projetado em 1968 pela arquiteta Lina Bo Bardi. Seu vão livre tem 80 metros.
Entre tantas construções comercias, há 18 edifícios onde residem 5 mil pessoas. Para elas existem duas Paulistas: a noturna e a diurna. Durante a noite e a madrugada, a avenida dorme. Quem conhece algum desses apartamentos desfruta de um dos lugares mais tranquilos para moradores de São Paulo.
O mundo começa a mudar às 5h30 da manhã, quando desembarcam dos ônibus e metrôs os primeiros trabalhadores. O tráfego de veículos aumenta. Chega ao clímax a partir das 7 horas. Os camelôs anunciam produtos aos berros, os escritórios vizinhos logo estão lotados. Além de carros, ônibus, metrôs e bicicletas, os paulistanos que moram nos andares mais altos convivem com outro meio de transporte: o helicóptero. São Paulo possui a terceira maior frota do mundo, depois de Nova York e Tóquio. Dezesseis arranha-céus da Paulista possuem helipontos na cobertura. Só esses moradores das altitudes sabem também que incontáveis urubus voam sobre a avenida durante o dia, e abrem asas sempre sobre os mesmos edifícios.
A riqueza contrasta com a miséria dos mendigos nos canteiros ou sob os pilares das lojas. Eles vagueiam pela avenida durante o dia, dormem nos mesmos lugares e se tornam conhecidos dos comerciantes e moradores dos arredores.
É nos quarteirões da Paulista que se pode observar uma das cenas cada vez mais raras na maior cidade da América do Sul: gente andando na rua. Talvez esteja aí a explicação para tantas lojas de calçados na Avenida Paulista.
02-Av Paulista1898
Em 1898
03AvPaulista 1902
Sentido Consolação, em 1902. O gramado à direita pertence à Mansão dos Matarazzo. Ao fundo, é possível ver o Pico do Jaraguá
04
Em 1907, sentido Paraíso
05AvPaulista 1910
Em 1910
06AvPaulista1911
Esquina com a Rua Bela Cintra, sentido Paraíso, em 1911 (Foto: Guilherme Gaensly)
07-cardosodealmeirda
Em 1915, a residência de Cardoso de Almeida, projetada por Ramos de Azevedo, era localizada na esquina com a Rua Haddock Lobo
08AvPaulista 1916
Vista da avenida sentido Paraíso, em 1916, a partir da esplanada do Trianon, onde hoje é o MASP
09AvPaulista 1920
Em 1920
hb-1925-9-julho
Vista do do Belvedere (atual Masp) para o Vale do Saracura, onde foi construída Avenida Nove de Julho
10scurachio
Residência de João Baptista Scurachio, entre as ruas Augusta e Peixoto Gomide, em 1920
11gabrieladumontvillares
Foto de 1921 da casa de Gabriela Dumont Villares, que ficava na Avenida Paulista, entre as ruas Minas Gerais e Augusta, também projetada por Ramos de Azevedo
12gamba1924
Villa do conde Egídio Pinotti Gamba, italiano dono dos Moinhos Gamba, em 1924. A residência ficava na esquina com o Caminho de Santo Amaro, atual Avenida Brigadeiro Luiz Antônio
13sabino
Projetada pelo arquiteto Victor Dubugras, a residência de Horácio Sabino foi demolida nos anos 50 para a construção do Conjunto Nacional
14trianonantes do masp
A suntuosa construção cercada por árvores hoje dá lugar ao Masp e ao Parque Trianon. Abaixo, a Avenida Nove de Julho, em 1940
15Av Paulista 1952
Em 1952
16siciliano
Residência de Alexandre Siciliano, na esquina com a alameda Joaquim Eugênio de Lima
17alamedaCampinas
Esquina com a Alameda Campinas, onde hoje localizam-se o Bicbanco e o Itaú
18pasteur
O Instituto Pasteur, em 1903, quando foi fundado, e atualmente
avenida-paulista_raul-junior
A Avenida Paulista dos anos 2000 (Foto: Raul Junior)
Leia Mais
jovex

Foto tirada minutos antes da morte de Paul Walker astro de Velozes e Furiosos

Foto tirada minutos antes da morte de Paul Walker astro de Velozes e Furiosos

Posted by Italo Eduardo Volpato Calizotti  |  Tagged as: , , 
Como já relatamos aqui o ator Paul Walker, astro do filme Velozes e Furiosos veio a falecer nessa madrugada de sábado para domingo  em um acidente de carro,  esta foto mostra ele saindo de um evento  minutos antes do acidente, ele estava de carona com um amigo, em um carro Porsche, infelizmente ele e seu amigo vieram a falecer logo a pois perder o controle do carro em alta velocidade , o impacto foi tão grande que o carro ficou totalmente destruído e os corpos ficaram todo carbonizados ficando ate irreconhecível , Paul Walker se destacou nos cinemas vivendo sua vida sobre 4 rodas e em alta velocidade, resolveu sair da ficção para a realidade e infelizmente  na vida real não existe a sorte em que ele sempre teve no filme velozes e Furiosos.




Leia Mais

Veja Mais




DONATION BITCOINS. THANKS
1M3yWP5jGxD25aNV5fH1pDSd3TH4Y7WPoU